Peso da Régua
9 e 10 de Agosto
Cartaz
CARTAZ

UM FESTIVAL COM A MELHOR MÚSICA PORTUGUESA!

David Fonseca
Mão Morta
Dead Combo
Jorge Palma
Keep Razors Sharp
Prof Jam
Dino D' Santiago
Clã

Jorge Palma

Jorge Palma dispensa apresentações. Com mais de 40 anos de carreira é um nome incontornável do panorama musical português. A sua obra contém canções amplamente transversais com temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” ou “Encosta-te a mim”, que se tornaram hinos intemporais.

Compositor, poeta, intérprete e exímio pianista, o percurso de vida de Jorge Palma observa-se sempre a par da música. Tendo começado a aprender piano com seis anos de idade, mais tarde, correu a Europa de guitarra em punho tocando nas ruas de cidades como Paris e Copenhaga. Terminou o Curso Superior de Piano em 1990 e editou vários discos de originais, compondo êxitos, somando discos de ouro, tendo atingindo a marca da dupla platina com “Voo Nocturno”. Venceu o prémio José Afonso em 2002, e em 2008 e 2012 foi o vencedor do Globo de Ouro na categoria de melhor intérprete individual. O seu álbum “Com Todo o Respeito” foi ainda galardoado pela Sociedade Portuguesa de Autores com o prémio Pedro Osório.

O período mais recente da vida de Jorge Palma é marcado por um momento de grande actividade no qual se destacam projectos como “Juntos” em que partilha o palco com Sérgio Godinho e ainda a celebração de discos históricos como “Bairro do Amor” e “Só”, tendo este último resultado na edição de “SÓ ao vivo” em 2017.

Desde os anos 70 que esgota salas um pouco por todo o país, desde as mais emblemáticas, até aos palcos mais intimistas, tendo também passado por festivais como o Meo Sudoeste, Super Bock Super Rock, Rock in Rio, Bons Sons, EDP Cool Jazz, entre outros.

Vicente Palma, Pedro Vidal, Nuno Lucas e João Correia são os elementos da banda, composta por guitarra acústica e piano, guitarra eléctrica, baixo e bateria que o acompanham. Este espectáculo foi nomeado para melhor actuação Ibérica 2016 pelos Iberian Festival Awards.

Dead Combo

A história dos DEAD COMBO, a dupla formada por Tó Trips e Pedro Gonçalves, começou em 2003 na sequência de um convite do radialista Henrique Amaro (Antena 3) para compor e gravar a canção “Paredes Ambience”, incluída no disco de homenagem a Carlos Paredes “Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes”.

Os álbuns da banda editados até ao momento têm sido largamente elogiados em Portugal e no estrangeiro, recebendo vários prémios para “Álbum do Ano”. Lusitânia Playboys (2008), o terceiro disco de estúdio, foi eleito “Álbum da Década” pelo jornal Expresso.

A dupla participou no episódio sobre Lisboa do programa “No Reservations” de Anthony Bourdain, o que lhes valeu a entrada no top 10 dos discos de world music mais vendidos no iTunes norte-americano.

Em Dezembro de 2014, coroando um ano com mais de 40 concertos realizados, esgotaram com espectáculos mágicos o Coliseu dos Recreios em Lisboa e o Teatro Rivoli no Porto. Também no final de 2014, ficou a saber-se que A Bunch of Meninos foi considerado pelos leitores do Blitz como o melhor álbum português de 2014.

O ano de 2015 começou com a chegada da música dos DEAD COMBO a Hollywood, através da inclusão de 2 músicas suas no filme “FOCUS”, realizado pela dupla Glenn Ficarra e John Requa e protagonizado pela super-estrela norte-americana Will Smith. O Globo de Ouro de 2015 para melhor banda, confirmou o reconhecimento nacional do trabalho de Tó Trips e Pedro Gonçalves.

Em 2016, a banda reinventa-se com a ajuda das Cordas da Má Fama e apresenta-se de forma mais acústica e por vezes surpreendente, de norte a sul de Portugal, culminando com o lançamento de um novo disco, o oitavo da sua carreira.

Em 2017 os DEAD COMBO continuam a trajectória extraordinária que têm vindo a desenhar, com a consolidação da sua carreira internacional e a sua afirmação como uma das mais interessantes e importantes bandas do novo panorama musical português.

2018 e 2019 ficam marcados pelo lançamento de Odeon Hotel, o sexto álbum de originais da banda, cuja tour, com mais de 50 datas realizadas, tem levado a música dos DEAD COMBO de norte a sul de Portugal e corrido um pouco por todo o mundo. Representados mundialmente pela Sony Music, os DEAD COMBO vêm acrescentando, nestes últimos dois anos, novos e marcantes capítulos ao seu percurso internacional.

Mão Morta

Ao longo das três últimas dé¬cadas, os Mão Morta têm tido uma palavra a dizer no mundo rock em Portugal. Com doze discos de originais, a banda de Braga dividiu opiniões, criou alguns hinos geracionais e tornou-se um dos vértices máximos do rock nacional.

2017 ficou marcado pela tour dos 25 anos do álbum Mutantes s. 21, e pelo lançamento do disco Mão Morta + Remix Ensemble, o qual junta diferentes sonori¬dades que resultam num som inesperado e surpreendente. Em 2018, a banda esteve a preparar, a par de um novo espetáculo, onde se vão aventurar num outro território artístico em parceria com a coreógrafa Inês Jacques, para apresentar No fim era o frio no GUIdance, o tão esperado novo trabalho de originais, que será dado a conhecer no último trimestre de 2019.

David Fonseca

“Get Up”, ainda em Dezembro passado, e “Oh, My Heart” mais recentemente, são os temas que que até à data David Fonseca nos revelou e que nos permitem fantasiar sobre o que será o seu novo disco – “RADIO GEMINI”. Canções que, frequente em David, nos surpreendem e transportam para ambientes musicais nunca antes tão explorados pelo songwriter. Um excelente prenúncio para o que este “RADIO GEMINI” será em palco.

Um dos mais carismáticos criadores nacionais, David Fonseca é indissociável da banda a que deu voz, o grupo Silence 4. Com um primeiro disco em 1998 “Silence Becomes It”, o grupo rapidamente atingiu um nível de sucesso invulgar. Em 2001, efectuaram a sua última digressão, tendo suspendido a sua actividade até 2014, ano em que se reuniram para a realização de quatro espectáculos especiais.

Em 2003, David Fonseca iniciou a sua carreira a solo com “Sing Me Something New” que rapidamente o confirmou como uma figura ímpar da criação musical. Até à data publicou mais cinco álbuns a solo, sendo o inesperado “Futuro Eu”, o mais recente, uma aventura totalmente percorrida em português, algo inédito no percurso de David Fonseca, se exceptuarmos a experiência ocorrida em torno da obra de António Variações com o projecto colectivo “Humanos” que dividiu com as vozes de Camané e de Manuela Azevedo.

Não por coincidência, também os companheiros nos “Humanos” fizeram parte de um projecto absolutamente inovador no panorama musical nacional divulgado no início de 2017 – “Bowie 70”, um registo discográfico de homenagem ao “camaleão” da pop David Bowie inteiramente concebido e tocado por David Fonseca em que contou a colaboração de Ana Moura, António Zambujo, Márcia, Afonso Rodrigues, Rui Reininho, Marta Ren, Catarina Salinas, Tiago Bettencourt, Aurea e Rita Redshoes.

A sua actividade tem-se desenvolvido ainda com uma forte componente performativa nos palcos nacionais e internacionais, sempre surpreendente ao nível plástico. As suas prestações ao vivo são memoráveis para todos quantos a elas assistem e as suas canções são desde há muito representativas do que de mais importante tem sido produzido a nível musical – “Someone That Cannot Love”, “Who are U?”, “Superstars”, “A Cry 4 Love”, “U Know Who I Am”, “What Life Is For” ou “Futuro Eu” são apenas alguns dos temas compostos por David Fonseca que lideraram as tabelas de airplay nacionais.

Criador multi-facetado, David Fonseca tem desenvolvido ainda a sua personalidade artística também na área da imagem, realizando os seus próprios videoclips, exposições fotográficas ou com a publicação do livro "Right Here, Right Now" (Tinta da China), uma recolha de 132 fotografias Polaroid entre as inúmeras imagens produzidas por David Fonseca neste formato entre 1998 e 2008.

Com uma dinâmica invulgar com o público, David Fonseca desde há muito que dedica especial atenção à relação com os seus fãs, tendo criado a comunidade baseada no seu site, o “Amazing Cats Club”, ou destacando-se nas plataformas sociais, com uma forte e criativa implantação no Instagram com 60.000 seguidores, e Facebook, esta última com mais de 350.000.

Clã

Os CLÃ dispensam apresentações! "Sopro do Coração", "GTI", "Problema de Expressão", "Corda Bamba" são apenas alguns dos temas popularizados pela banda do Porto que conta com mais de uma dezena de discos gravados.

Mais de 25 anos após a sua formação, em 1992, continuam a ser uma das maiores referências da música Pop/Rock nacional com uma capacidade única e inconfundível de reinventarem a sua sonoridade a cada projecto.

Sempre abertos a novos desafios, colaboraram com nomes como Carlos Tê, Sérgio Godinho, Arnaldo Antunes, Adolfo Luxúria Canibal, Pato Fu, Regina Guimarães, Manel Cruz, entre muitos outros e desenvolveram projectos para cinema e teatro como são os casos dos seus mais recentes trabalhos: FÃ (produzido pelo teatro Nacional São João em 2017) e Montanha Russa, uma produção do Teatro Nacional Dona Maria II, estreado em Março de 2018.

Dino D' Santiago

Dino D'Santiago lançou este ano o álbum Mundu Nôbu. Nascido em Portugal, criado em Quarteira, Dino D'Santiago encontrou a sua voz em Cabo Verde, criando uma sonoridade entre o funaná ao afro-house. O hino "Nova Lisboa" e "Nós Funaná" fazem parte do Mundu Nôbu do artista, que a crítica do PÚBLICO deu 4 estrelas ao disco.

2018 foi o ano de estreia do deste novo álbum de Dino D'Santiago, passando pela EuroVisão (edição realizada em Lisboa) cruzando as inspirações entre as várias culturas que o artista sempre admirou. Mundu Nôbu tem uma produção de Kalaf Epalanga e produção executiva do britânico Seiji.

ProfJam

O novo single de ProfJam, que conta com a assinatura de Lhast na produção, tem por título “Água de Côco” e é a primeira amostra da ligação do artista da Think Music à Sony. Editado em Julho de 2018, conta com quase 4 Milhões de visualizações no YouTube e mais de 1 Milhão no Spotify.

ProfJam tem vindo a desenhar um dos mais personalizados percursos artísticos no hip hop nacional, tendo afirmado uma postura e uma sonoridade absolutamente singulares que o colocam numa divisão à parte. Em 2018, o rapper de Lisboa já lançou os temas “Yabba” e “Gwapo” (que conta com a participação de Yuzi, um dos artistas da sua Think Music), ambos com assinaláveis performances ao nível de visualizações nas plataformas de streaming.

A internet tem, aliás, sido um dos principais terrenos da afirmação da arte de ProfJam: “Xamã”, outro momento em que o rapper se encontrou com Lhast, aproxima-se já dos 3 milhões de visualizações, enquanto que “Mortalhas”, outra das músicas lançadas em 2017, já leva metade desse número que importa como sinal claro do alcance das suas singulares ideias musicais.

O rapper que começou por dar nas vistas em circuitos paralelos nacionais como a Liga Knock Out, estreou-se em 2014 com a mixtape The Big Banger Theory de onde saiu o clássico “Mambo Nº 1” que contava com a colaboração de Mike el Nite. Mixtakes foi o aplaudido passo seguinte de ProfJam, trabalho unanimente destacado como um dos melhores de 2016 e de onde saiu outro clássico, “Queq Queres”. Artistas muito diversos, como os D.A.M.A., Valas ou L-Ali, têm igualmente feito questão de recrutar ProfJam para alguns dos seus temas, sinal de que as barras deste MC são verdadeiramente energéticas e de largo alcance.

Com uma escrita intrincada, flows complexos e produções que traduzem o presente e o futuro, ProfJam tem cultivado um estilo muito próprio que se tem evidenciado tanto nos seus sucessivos lançamentos como nos palcos que vai pisando de norte a sul do país. A sua presença em cartazes de importantes festivais, como o Meo Sudoeste ou, este ano, o Super Bock Super Rock, serve igualmente como prova da sua incrível capacidade de mobilização: ProfJam tem um público fiel e sedento das suas palavras.

E é exactamente essa sede que “Água de Coco” vem saciar: neste novo encontro com Lhast, um dos mais versáteis valores nacionais da produção, ProfJam surpreende com uma escrita cada vez mais elaborada, plena de imaginação, e com um extraordinário vídeo realizado por André Caniços e Miguel C. Saraiva (que resulta de um co-produção entre a Think Music e a produtora Bro) que deixa claro que este é um artista sempre em busca de conceitos inovadores, de formas originais de contar histórias e de passar ideias.

ProfJam, portanto, eleva aqui a fasquia para o seu próprio trabalho e inaugura uma nova etapa numa carreira que só tem conhecido sentido ascendente. E “Água de Coco” é exactamente o que este Verão necessitava.

Keep Razors Sharp

"Uma super banda discreta", como os apelidou o jornal Público, Keep Razors Sharp são Afonso Rodrigues (Sean Riley & The Slow Riders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Riding Pânico, entre outros).

Com uma sonoridade entre o psicadelismo, o shoegaze e o pós-rock, os singles de estreia "I See Your Face”, "9th" e “By The Sea” tornaram-se sucessos radiofónicos e que lhes valeram a aposta nacional da revista Blitz para 2014, tendo percorrido palcos de Norte a Sul do País, tais como no Rock in Rio, Festival Bons Sons, O Sol da Caparica, Vodafone Paredes de Coura, Nos Alive e Super Bock Super Rock, entre muitos outros.

O segundo disco “Overcome” saiu a 19 de Outubro e valeu-lhes presença em grande parte das listas de Melhor do Ano dos media nacionais. São a aposta da Antena 3 para o Festival Eurosonic na Holanda em 2019.




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